segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Luto pelo falecimento de dona Diva Ferraz mãe de Chicão

Faleceu em João Pessoa, nesta segunda feira (26/08), dona Diva Ferraz da Nóbrega, viúva de Francisco Seraphico da Nóbrega. Dona Diva era mãe de Francisco Ferraz ou Chicão e também de Aroldo, Ariosto, Martinho, Fátima e Márcia.

O corpo está sendo velado na Capital e o sepultamento deve ocorrer amanhã. Divulgaremos mais detalhes em breve, mas registramos, desde já, nossas condolências à toda família em especial ao nosso amigo Chicão, figura a quem devotamos grande estima.
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sábado, 24 de agosto de 2013

Entidade passa por dificuldades e solicita doações para manter Casa de Lázaro

A casa de apoio ao idoso de Santa Luzia, Casa de Lázaro,que tem como mantenedora a Associação dos Amigos do Bem de Santa Luzia e cujo objetivo é oferecer acolhida e cuidados de saúde à idosos que não estão sob cuidados familiares, tem passado por dificuldades para atender os beneficiados. A casa funciona através de doações e do serviço voluntário de algumas pessoas. A entidade divulgou uma nota pedindo apoio da população:

A casa de apoio ao idoso de Santa Luzia, Casa de Lázaro, juntamente com uma equipe de voluntários, vem através deste espaço, pedir  ajuda  a todos os cidadãos santaluzienses para colaborar com doações de lençóis, cobertores,  e principalmente com fraldas descartáveis, material de limpeza e material de primeiros socorros ( esparadrapos,  gases e etc…) .

A Instituição necessita urgentemente da sua colaboração para não fechar suas portas, afinal de contas, são vidas neste momento que precisam de um apoio. faça a sua parte, colabore nos seguintes postos de coletas: Casa de Lázaro, localizada no bairro Frei Damião, Posto de Saúde II, no Centro de Santa Luzia e na residência de Dona Marta do Dnocs.

Quem não estiver em Santa Luzia pode fazer depósito na seguinte conta:
BANCO DO BRASIL
AGÊNCIA: 1127-4
CONTA CORRENTE: 7696-1
FAVORECIDO: Associação dos Amigos do Bem de Santa Luzia
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Blogs especulam que novo Bispo de Caicó será um paraibano

Padre Carlos Scj
Blogs do Rio Grande do Norte têm especulado sobre o processo de escolha do novo bispo para diocese de Caicó. A diocese completou, semana passada, um ano sem bispo tendo em vista que o Dom Delson foi transferido para Campina Grande aqui na Paraíba.

A notícia que tem corrido nos blogs do Rio Grande do Norte é a de que o processo de consulta ao clero brasileiro já foi concluído e a lista de nomes que serão entregues ao papa  já está elaborada. Segundo alguns blogs, não sabemos como chegaram à esta conclusão, dois paraibanos integram a lista: o padre Carlos Alberto da Costa e Silva religioso da Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus que já foi vigário geral da Arquidiocese da Paraíba e atualmente é presidente do Regional Recife da Conferência dos Religiosos do Brasil. Padre Carlos fez mestrado e doutorado em Roma na Universidade Gregoriana.

Padre Virgílio
Outro nome citado por vários blogs é o do Monsenhor Virgílio Bezerra de Almeida que atualmente ocupa a função de Vigário Geral da Arquidiocese da Paraíba. Nenhum dos citados falou sobre o assunto e nem o arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagotto, comentou o assunto. Para quem está ansioso, o que vale mesmo é esperar e acompanhar o site da CNBB que, toda quarta feira, publica as nomeações episcopais.
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Trecho de uma das principais ruas de Santa Luzia está no escuro

A rua Coronel Francisco Antônio, mais conhecida como rua do Banco do Brasil, é uma das principais ruas da cidade tendo em vista que é uma das primeiras formas de sair da BR 230 entrar na cidade de Santa Luzia. 

Apesar disso, um trecho da rua, especificamente no cruzamento com a rua Padre Jovino (rua da câmara de vereadores) está totalmente no escuro tendo em vista que três postes estão com as lâmpadas queimadas. Segundo moradores, que procuraram o blog para tornar público o problema, o trecho é extremamente perigoso tendo em vista que se trata de um cruzamento em uma rua de grande movimento. 

Uma das moradoras da rua conta que a escuridão deve ter favorecido a ação de bandidos que, na semana passada, pularam o muro de uma residência e furtaram alguns itens. O perigo aumenta uma vez que por trás da rua o que existe é o açude José Américo.


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Homo lattes: Problemas em concursos para professores são reflexo da estrutura produtivista e burocrática das universidades públicas nacionais

Por Sérgio Bruno Martins

Em artigo publicado neste caderno na semana passada, o professor Angelo Segrillo toca num ponto delicado: os processos de seleção para professores em universidades públicas. Trazendo a público um “segredo de polichinelo”, ele relata que não é raro acontecerem concursos claramente “arranjados” para favorecer candidatos ligados a grupos específicos e outras artimanhas do gênero. Contra esse quadro patrimonialista, sugere Segrillo, o ideal seria aproveitar o atual clima de insatisfação “com todo tipo de corrupção no país” para se propor mecanismos mais transparentes, impessoais e padronizados; uma possibilidade aventada é a criação, pelo Ministério da Educação, de uma comissão independente para este fim.

Concordo integralmente com Segrillo a respeito da necessidade de enfrentar abertamente essa questão. No entanto, creio que o enfoque na corrupção perde de vista sua dimensão mais fundamental: a estrutura acadêmica da qual o atual modelo de concursos públicos faz parte. A ênfase na moralização dos concursos não só deixa intocada tal estrutura, como tende a reforçá-la; é como se nada em seu cerne merecesse crítica, faltando apenas azeitar melhor a máquina através de um controle mais rigoroso das pessoas que nela operam. A palavra de ordem é impessoalidade. Mas será que tudo realmente se resume ao erro humano? E será que tamanha padronização não ameaçaria a diversidade de universidades e departamentos? Não seria o caso de dar um passo atrás e recolocar o problema dos concursos num contexto mais amplo?

Em linhas gerais, o modelo de conhecimento que rege a universidade pública no Brasil hoje pode ser descrito como produtivista e objetivista. Produtivista porque enfatiza a produção constante e abundante, sobretudo na forma de artigos em revistas indexadas. Objetivista porque toda essa produção é qualificada de acordo com uma escala pré-estabelecida de categorias e assim traduzida em pontos. Eis o dogma deste modelo: todo dado qualitativo será redutível a termos quantitativos. E eis seu corolário: o valor de um pesquisador será determinado, de forma análoga, pela soma dos pontos marcados pela sua produção. Nasce assim o Homo lattes, um produtor de conhecimento determinado por toda uma estrutura que não cessa de lhe dizer: “quanto mais, melhor”.


Objetividade enganosa

Numa banca de seleção, isso leva com frequência à seguinte cena: ao invés de ler, analisar e discutir o mérito e a pertinência de um conjunto selecionado de trabalhos de um determinado candidato para a vaga que se quer preencher, o que os examinadores fazem é somar os pontos “contidos” em seu currículo completo (numa aberração adicional, o candidato é obrigado a enviar de antemão um volumoso dossiê de documentos comprovando a autenticidade de todo e qualquer item listado em seu currículo; no trato com a burocracia, o que vige é a presunção de desonestidade). Estranhamente, o que a banca lê durante o concurso não são textos produzidos no dia a dia da pesquisa, mas uma prova com ponto sorteado na véspera. Nesse insólito vestibular para professor, o que é efetivamente avaliado é o desempenho do candidato em condições extremamente tensas e adversas (o que, nos dias de hoje, inclui escrever de próprio punho), e que não se assemelham a nada com que ele vá lidar profissionalmente caso seja selecionado. Somados os pontos (sempre eles...) de todas as etapas do processo, está escolhido, de forma supostamente objetiva, o futuro professor.

O Homo lattes tirando uma pilha de fotocópias comprobatórias e o professor convidado a contar pontos em currículos inchados nada mais são do que duas imagens extremas — mas tristemente normalizadas, porque corriqueiras — do que a academia está se tornando sob os auspícios do produtivismo e do objetivismo. Que formação intelectual pode advir desse contexto? Que ética do conhecimento está implícita aí? Que espécie de saber se pode esperar desse acadêmico burocratizado? Queremos acadêmicos conformados ao que já se conhece, ou capazes de abrir perspectivas críticas e científicas?

É sobre perguntas como essas, e não apenas sobre remédios para a corrupção, que o problema dos concursos deve nos fazer pensar. E, dito isso, vale perguntar também se o patrimonialismo de que fala Segrillo é de fato um defeito pontual no sistema, ou se ele não é em certa medida um produto deste. Afinal de contas, não há álibi mais perfeito para os que conhecem bem os meandros burocráticos e os meios de manipulá-los: a escolha do professor, por mais enviesada que seja, estará sempre legitimada de antemão pela suposta objetividade do processo. Não seria mais interessante abandonar esse mito da objetividade de uma vez por todas e buscar transformar os processos de seleção numa oportunidade de cultivar discussões consequentes a respeito dos rumos de um determinado departamento ou universidade? Será que todo argumento subjetivo deve ser banido da discussão sob suspeita de ser necessariamente escuso? Não é possível imaginar que uma discussão menos mediada por rankings e pontuações possa ter o benefício justamente de trazer à luz as disputas intelectuais e políticas que acontecem e vão continuar acontecendo? Melhor que tentar debelar tais disputas é torná-las parte de uma dinâmica acadêmica mais organicamente engajada com os rumos das universidades.

Assim como o que está em jogo nas manifestações atuais não é simplesmente a corrupção, mas sobretudo uma crise na própria estrutura da democracia representativa (da qual a corrupção é provavelmente um dos sintomas), o problema das universidades também não pode ser reduzido aos desvios de conduta de grupos e indivíduos (que, quando ocorrerem, devem evidentemente ser punidos). É verdade que uma mudança estrutural desse patamar em nossa cultura acadêmica pode parecer com uma montanha a ser movida. É verdade também que isso envolve certas questões que extrapolam o âmbito da universidade (por exemplo: até que ponto é possível resguardar a singularidade profissional do professor universitário em meio às leis que regem o funcionalismo público?). Porém, e creio que aqui estou novamente de acordo com Segrillo, o silêncio certamente não serve ao interesse comum.

Sérgio Bruno Martins é doutor em história da arte pela University College London
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sábado, 10 de agosto de 2013

Bispo de Patos nomeia diácono para auxiliar Padre Elias na Paróquia de Santa Luzia

No centro da foto o Diácono Cláudio
Aconteceu na noite desta sexta feira (09/08), na Catedral de Nossa Senhora Da Guia em Patos, a missa de ordenação presbiteral e diaconal presidida pelo Bispo da Diocese de Patos Dom Eraldo B. da Silva. Na celebração foram ordenados Diáconos Amauri Rodrigues e Cláudio Oliveira e, além deles, foi ordenado Padre  Rodrigo Trindade.

No final da celebração o bispo de Patos, Dom Eraldo Silva, anunciou os destinos dos recém ordenados.  O Diácono Cláudio Oliveira, que é natural de Santa Terezinha, foi designado para Paróquia de Santa Luzia e deverá auxiliar o Padre Elias Ramalho até a sua ordenação sacerdotal. 
O Diácono Cláudio tomará posse nas suas funções auxiliares no mês de setembro.

O Bispo nomeou, ainda, o diácono Amauri para paróquia da cidade de Mãe D'agua e o Padre Rodrigo para paróquia de Santo Antônio em Patos.

Foto: PascomDiocese


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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Comitiva Estadual do PMDB vem à Santa Luzia para debater problemas da Paraíba e do Vale

O PMDB e a Fundação Ulysses Guimarães (FUG) começaram os preparativos para realização do Encontro Regional do Partido em Santa Luzia no próximo dia 24 de agosto, às 09h00, na Câmara de Vereadores. O encontro contará com a participação dos dirigentes estaduais e da FUG, as bancadas federal, estadual e municipal, lideranças políticas, sindicais e comunitárias, além de representantes da sociedade civil organizada.

A iniciativa, segundo o presidente estadual do PMDB, José Maranhão, tem por objetivo, além de dar seguimento à luta que o PMDB está empreendendo em todos os municípios pólos do Estado, debater os principais problemas e, ao mesmo tempo, discutir soluções viáveis para todos eles. Paralelamente, serão feitas filiações, tendo como meta o fortalecimento da legenda. Além disso, o ciclo de debates também discutirá a formatação de propostas para a Paraíba, com foco em seu desenvolvimento.

Segurança Pública, Saúde, Educação, Seca, Mobilidade Urbana e Desenvolvimento Regional, foram os assuntos mais debatidos, até agora, pelos participantes, nos encontros promovidos pelo PMDB na Paraíba que tiveram seu início na cidade de Patos.
 
Para Chicão, que já fez os primeiros encaminhamentos para o evento, será uma importante ocasião para fortalecer o partido no Vale do Sabugi e mostrar a atuação da bancada peemedebista no Congresso e na Assembleia Legislativa.  Chicão disse que uma das coisas que serão mais importantes é ouvir a sociedade civil organizada de Santa Luzia. Diversas entidades estão sendo convidadas a participar e levar suas ideias e reivindicações para o Vale do Sabugi.

Deverão estar presentes: José Maranhão, Raniery Paulino, os deputados federais Hugo Motta, Manoel Júnior, Benjamin Maranhão, Nilda Gondim; o Senador Vitalzinho; os deputados estaduais Olenka entre outros. De Santa Luzia, além dos filiados, lideranças como Dr. Heudinho, Jackson Santos, Hominho e Netto Lima estarão presentes.
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sábado, 3 de agosto de 2013

EM SANTA LUZIA: Luiz Couto se encontra com filiados do PT e assume compromissos

O Deputado Federal Luiz Couto esteve hoje durante todo período da manhã e inicio da tarde em uma reunião na cidade de Santa Luzia com petistas do Vale do Sabugi. 

Na oportunidade o parlamentar do PT, debateu o PED (Processo de Eleições Diretas) que vai acontecer em novembro no qual o deputado concorrerá à presidência estadual do PT. Foi discutida a  atuação no congresso nacional do deputado Luiz Couto que lhe rendeu vários prêmios entre os quais o Congresso em Foco e o Direitos Humanos 2012.

Luiz Couto ouviu os petistas de Santa Luzia que lhe apresentaram várias demandas. O Deputado, ainda assumiu compromissos com os municípios do Vale do Sabugi entre os quais podem ser destacados:  alocação de recursos para construção da Vila do Artesanato; a construção de uma mini usina de beneficiamento de leite;  ampliação dos projetos de reforma agrária, a inclusão dos municípios do Vale na política de benefícios dos Conselhos Tutelares. Luiz Couto se comprometeu em insistir no processo de implantação de cursos técnicos profissionalizantes em Santa Luzia e vai se reunir com assessores para ver o caminho mais rápido e viável para Santa Luzia. 

"Para muitos isso tudo pode ser pouco, mas para nós do PT de Santa Luzia e do Vale do Sabugi é muito significante, por que o deputado Luiz Couto já encaminhou vários pleitos do PT de Santa Luzia, tais como: a construção da Agência do INSS, a Caixa Econômica Federal, emendas para construção de barragens subterrâneas, calçamentos e tantos outros" disse o  presidente do Sindicato Bivar Duda.

Ao final da reunião, Luiz Couto acompanhou o professor Dr. Paulo Maria em visita à sede da ONG Café Cultura e tomou conhecimento do Projeto Respirart's que vem oferecendo cursos gratuitos de formação musical.

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Luiz Couto colocou duas emendas para trazer educação superior à Santa Luzia: o que deu errado?

Das inúmeras ações concretas que o deputado Luiz Couto fez por Santa Luzia duas delas merecem destaque: a primeira  foi a proposta de emenda ao PPA no valor de R$ 60.000.000,00 destinados à UFCG com o compromisso de fazer de Santa Luzia uma cidade pólo com um campus.

A emenda número 12710004 colocada no dia 02/12/2010 previa, para 2011, a expansão Ensino Superior, no Estado da Paraíba através da criação de polos na região do Cariri (Serra Branca), Vale do Piancó (Itaporanga) e Vale do Sabugi (Santa Luzia) e Itabaiana-PB.

Desta emenda, o que está em curso é a implantação do campus da UFCG em Itaporanga. Já a cidade de Itabaiana ganhou um campus da UFPB. Serra Branca e Santa Luzia ficaram de fora por razões não suficientemente esclarecidas, mas que têm a ver com falta de unidade da bancada paraibana e falta de projeto para Santa Luzia.

CONSTRUÇÃO DO IFPB EM SANTA LUZIA

O deputado Luiz Couto também apresentou outra emenda (nº 12710001 de 02/12/2010) destinada ao Instituto Federal de Educação da Paraíba no valor de R$ 55.579.086,56. A proposta visava a Expansão da Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, prioritariamente na região Nordeste, com foco especial no Estado da Paraíba, através da criação dos pólos de Pombal, Catolé do Rocha, Nova Floresta, Serra Branca, Santa Luzia e Guarabira.

Ao clicar neste link você será redirecionado para página que contém as informações detalhadas.

Aos críticos cabe refletir se o deputado Luiz Couto não está sendo injustiçado quando citado como um dos que não tem nenhum compromisso com a vinda da universidade para Santa Luzia. Se a falta de orçamento é o único critério para vinda da universidade em uma cidade o que pode ter dado errado? O que pode-se afirmar é que o Deputado Luiz Couto desde muito tempo vem demonstrando compromisso com Santa Luzia e não merece ser colocado no rol dos que esqueceram de Santa Luzia. 

É verdade, também, que tais emendas, não só essas como muitas outras, saíram pelo pedido do PT DE SANTA LUZIA, ora feito através do mandato que tinha na câmara de vereadores, ora pelo seu diretório municipal. Creio que nós, do PT/Santa Luzia, também lutamos em favor da cidade com os recursos e as condições que temos. Continuamos assim e a prova disso que, neste sábado, o diretório municipal encaminhou ao deputado vários pleitos os quais serão atendidos como muitos outros a exemplo da Caixa Econômica o foram.
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